25 de maio de 2012

Ausência (não) sentida

Isso aqui anda abandonado, né? Falta de tempo. E de tesão também... Mas isso a gente arruma, nem que seja à base de hormônios. Vou voltar, isso aqui vai mudar e pá. Afinal, minha terapia tem que voltar.

22 de novembro de 2011

Eu ia

Eu ia escrever sobre o uso do Português correto, comentar o post do Gravataí Merengue, depois falar da preguiça que assola a juventude (e muitos adultos) de hoje... Aí desisti porque tá um calor da porra e não consigo nem pensar direito.

Eu volto. Falando sobre outra coisa, provavelmente, mas volto. Deixa eu fazer meus 34 anos, deve ser isso.

9 de novembro de 2011

Velha é o cacete.

Faltam apenas 28 dias pro meu aniversário. Faço 34 anos. E essa coisa do segundo dígito ultrapassar o primeiro, após os 30, tá me matando.

Sei lá, só sei que tá pesando bagaray esse ano. Não senti nada quando passei aos 30, até agora só venho curtindo (e continuo, podem ter certeza), a saúde anda melhor que em alguns dos 2.qualquercoisa... Mas tou meio que freaking out com esse aniversário.

É por isso que vou comemorar que nem uma louca.

24 de outubro de 2011

Censura, radicalismo e caça às bruxas: sim, o ano é 2011.

É triste que o motivo de voltar à Casa seja este, mas não tá dando pra não falar. Não sei se sempre foi assim e, com as mídias sociais, agora estamos sabendo quantos babacas o mundo tem, ou se o povo realmente tá imitando os EUA há 25, 20 anos, naquela onde imbecil de politically correct. O que sei é que anda insuportável e inadmissível o tanto de gente preconceituosa e square-minded (cara, só em inglês tem o peso certo) aparecendo por aí.

É claro que, hoje, qualquer um é lido numa rede social e pode ser repetido por imbecis que queiram aparecer - porque estes sempre existiram - mas o tanto de destaque que vem sendo dado aos retardados preconceituosos em todos os veículos de mídia realmente é algo preocupante. Projetos de lei que vetam qualquer liberdade de expressão online, retaliação à gays, a população de um bairro "nobre" (entre aspas mesmo, porque achava Higienópolis UMA MERDA quando morei em Sampa) vetando o metrô... E, do outro lado, um policial acusando um Ministro, tendo destaque nacional ABSOLUTO e prova nenhuma. Não sou petista, odeio política (atualmente) e não tou a fim de entrar nesse mérito, mas... PORRA! Ou o mundo anda muito louco ou eu nunca fui sã.

Não se pode mais fazer piada de porra nenhuma (boa ou ruim, piada é livre desde que eu comecei a entender, ao menos) que se leva um processo (de um feto, UM FETO!). Você não pode mais dizer que alguém é gordo, magro, alto, baixo, sem pescoço ou pescoçudo, que se arrisca a ter um B.O. contra você. O Padre Marcelo não gosta de gatos. Mulheres de 30+ solteiras são desesperadas por casar e comprar. E assim vai, porque a vida é isso (segundo esse povinho de merda que anda por aí): tudo é ou não é, não há meio termo e, caso você discorde, prepare-se: você vai ser execrado publicamente, processado e criticado até não poder mais aguentar e resolver sumir.

Triste demais esse mundo. Claro que não quero ir embora tão cedo, mas juro que penso em montar uma comunidade new-hippie pra ver se gente com opinião, livre de preconceitos e aberta a novas ideias passa a viver em paz. Mesmo que isolada desta merda que esse mundo anda.

15 de agosto de 2011

Update. Aham.

Assim como na minha vida - bem, isso aqui nunca falou de nada que não fosse isso, não é? - eu preciso definir o que fazer com o blog. Ele já tem 8 anos, já viu milhões de mudanças, já foi desbocado e já foi triste, já foi poético e já foi alegre. Hoje ele simplesmente está aqui, parte de mim, parte da minha vida, mas anda meio esquecidinho, meio largado de canto. E isso me incomoda.

Não sei se é paz, se é comodismo, se é indefinição, não sei. Sei que me deixa puta lembrar que larguei isso aqui, um lugar que sempre foi só meu. Talvez eu estar morando sozinha tenha feito/ajudado nisso, vai saber - agora a casa é só minha, pro bem e pro "mal" (entre aspas, porque é um sacrilégio dizer que faxina é mal, eu sei), então tenho um canto meu, físico - mas não pode ser assim.

Às vezes tenho a impressão de que acabo largando as coisas pelo caminho, em todos os aspectos, e isso me deixa puta demais comigo mesma. Decidi que não largo mais isso aqui, não. Nem o resto da minha vida. Ainda não sei que rumo essa porra vai tomar, mas algum, terá que. Ah, nem que eu tenha que me dar na cara.

28 de março de 2011

Aeeeeeee

Eu mudei, a vida mudou, o trabalho mudou, a cidade mudou. Quase tudo mudou - até o cabelo aloirou, vejam vocês! - e eu ando sem tempo pra quase nada. Mas volto aqui logo. Ah, volto.

Mas ó: tou bem. E vocês, como vão? Beijo na bunda e até segunda (ordem)!

16 de dezembro de 2010

I have seen a lot, but now I know I haven't seen it all

As pessoas são estranhas e isso é fato. Eu sou dos melhores (?) exemplos, sou estranhíssima: me isolo quando mais preciso de carinho, me irrito e acabo rindo no final, trabalho mais quando tenho raiva da empresa ou de algo dentro dela e não gosto de ar condicionado. Estranho, não? Mas isso não faz de mim a pior pessoa do mundo - nem de ninguém que seja assim - e eu provo.

Não me isolo quando preciso de carinho por vergonha disso, muito pelo contrário: exatamente porque não acho justo dar preocupação a quem eu amo. Prefiro ficar muda (e quem me conhece sabe o quanto isso é quase impossível) a encher os ouvidos de alguém que eu goste de mimimi. Até porque eu quase sempre chego ao disse seguinte me sentindo uma idiota pelo mimimi, o que significa que estaria fazendo alguém de quem eu goste de idiota, caso tivesse aberto a boca.
Acabo rindo depois de ficar extremamente irritada porque xingo, digo impropérios que só quem me conhece muito bem sabe - vá lá, alguns desavisados que estejam por perto ouvem, até porque eu falo muito alto - maldigo o mundo e... acabo fazendo uma piada com a situação e comigo. No mínimo sai um "eu dei pros 12 Apóstolos e é por isso que eu mereço!" e rio. Alto. Porque de nada adianta levar a vida xingando e se desgastando se não tivermos autocrítica e humor pra encarar esse mundo muito louco no qual estamos - até porque causaria rugas, enfartos no miocárdio e envelhecimento precoce, coisas pelas quais a nossa alimentação nada sadia já se encarrega.
Trabalho muito mais quando tenho raiva da empresa, de alguém nela ou de uma situação profissional porque assim eu provo o quanto sou competente e quanta falta farei quando der-lhes um pé na bunda bem dado. Nunca admitiria um erro profissional meu por estar com raiva ou por qualquer outro motivo emocional, já que trabalho não é lugar pra ficar sentindo nada - em situações normais já me puno, já que autocrítica é madastra má. Me cansa, me consome, mas me sinto melhor quando deito a cabecinha no travesseiro à noite.
Não gosto de ar condicionado, apesar de morar no Rio de Janeiro, porque não me deixa ouvir os sons do mundo. Eu gosto dos sons lá fora, gosto de me sentir livre, gosto desse mundo meio feio, por isso prefiro uma temperatura menos quente para poder ouvir o que se passa à minha volta, seja no carro, no trabalho ou no meu quarto. Ouvir, pra mim, é vida.

Assim sou eu. No entanto, encontro gente por aí que chora no ombro dos outros quando precisa e não ouve ninguém, xinga e não ri (por isso choram tanto nas orelhas alheias, deve ser). Gente que não suporta o emprego mas "tá bom, né?" e vive trancada em ar condicionado na vida: sem ouvir nada lá fora. O meu exato paradoxo. Alguns destes que encontrei se tornaram meus amigos e assim achei que fossem, mas realmente mostraram que não querem ser amigos de alguém tão estranho quanto eu. Não sei se seremos amigas ainda, mas de uma coisa eu tenho certeza: se não me querem assim esquisita, não farão falta em minha vida.

5 de dezembro de 2010

25 de novembro de 2010

Obrigada, babies!

Antes de qualquer coisa, quero agradecer à galera que tem vindo à Casa do Cacete, especialmente aos novos visitantes. Eu ando mais mal educada que o meu normal pela ocupação total com trabalho e aprendendo como desviar de balas aqui no Rio 40º, mas sempre vejo os comentários e adoro vê-los por aqui. Venham sempre, eu prometo colocar sandices logo, logo!